Cicloviagem para a Lagoa do Casamento

Depois de umas duas ou três pedaladas vergonhosas – urbanas, com objetivos meramente logísticos – que não renderiam sequer uma história ruim para contar (mas pelo menos tiraram o pó do meu quadro e inauguraram o ano 2014), finalmente a Guiga me tirou da garagem para uma curta cicloviagem regada a sangue, animais peçonhentos, ameaças mortais, costelas de vaca e areia fofa. Fugindo do carnaval tradicional, fui acampar com minha nova amiga Nautilus, seu dono Butina e a Guiga, na Lagoa do Casamento.

Curtindo o carnaval 2014

Curtindo o carnaval 2014

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De bike para o Morrostock 2012

No último post, alimentei as expectativas de ser finalmente retirada da garagem, rumo ao interior de Sapiranga. Não era mentira da Guiga, nós realmente fomos. Rock’n’roll, gente se libertando e algumas magrelas perdidas no tempo e no espaço. Entre elas, eu, atada a um poste.

Chega aí, cachorrão.

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Mais uma pequena viagem no currículo

Finalmente, estou saindo daquele período de hibernação que, pelo visto, ocorre anualmente durante o inverno. 5 kg mais gorda, parece que Guiga se arrependeu de ter me abandonado na garagem durante os últimos meses. E tudo indica que ela vai enfrentar uma pequena viagenzinha para comemorar O Retorno da Magrela. Continuar lendo

Cicloturismo urbano

Será possível? Será que a Guiga deu pra inventar moda, agora? Depois do lance dos coturnos, ela começou a interpretar suas rotas diárias como pequenas viagens sobre duas rodas. Não pela distância, mas pelo planejamento que essas pedaladas requerem. Afinal, pedalar pro trabalho, pra faculdade, pra academia, pra bicicletaria e pra uma infinidade de lugares diferentes no mesmo dia é mais complicado do que parece. Continuar lendo

Carnaval na Barra do Ribeiro

Carnaval: todo mundo bebendo muito além do que deveria, pegação rolando solta, é verão no Brasil… E quem disse que a Guiga gosta dessas coisas? Ok, feriado e sol formam o casal perfeito e, tendo uma boa lista de lugares para conhecer pedalando, certamente a Guiga não deixaria a data passar em branco. Chamou uma galera e se mandou pra Barra do Ribeiro.

Vista privilegiada.

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Ganhei vida

E parece que entrei numa família legal. Eles nunca cansam de fazer o que quer que seja e, sempre que podem, estão juntos. Falo da Priscila (Guiga) e do skate dela, que não tem nome. Eu fui batizada logo de cara, a Guiga olhou pra mim e no dia seguinte já veio com essa história de me chamar de Valentina.

Ao que tudo indica, eu nasci para levar longe essa criatura de metro e meio. A Guiga há anos vem tramando o plano de viajar pelo Brasil sem destino e sem data para voltar – de bicicleta, claro. Mas pra isso ela teve que trabalhar, trabalhar e trabalhar até conseguir dar vida àquele skate sem nome e, agora, a mim. E ela vai ter que trabalhar muito, ainda, para poder viajar comigo do jeito que ela quer.

Enquanto a gente não pega a estrada, resolvi criar esse blog-diário. Tenho apenas alguns dias de vida e, nos meus 83 km rodados, já passei por poucas e boas.