De bike para o Morrostock 2012

No último post, alimentei as expectativas de ser finalmente retirada da garagem, rumo ao interior de Sapiranga. Não era mentira da Guiga, nós realmente fomos. Rock’n’roll, gente se libertando e algumas magrelas perdidas no tempo e no espaço. Entre elas, eu, atada a um poste.

Chega aí, cachorrão.

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Vestígios da balada da noite

Hoje, ao ver uma árvore caída na Av. Nilo Peçanha e estilhaços de automóvel ao redor, a Guiga começou a pedalar mais devagar. Imagino que ela tenha passado o trajeto inteiro refletindo sobre esses estilhaços, com medo de que um dia eu me transforme em estilhaços também. O medo é justificado, pois estilhaços de carro vêm sendo muito frequentes ultimamente. No mínimo uma vez por dia nós passamos por algum novo local onde tenha ocorrido acidente com automóvel. Continuar lendo

Depois de uma internação, voltamos com tudo

Foram quatro dias sem pedalar. Depois de duas quedas em dois dias seguidos, graças ao “amigável” trânsito de Porto Alegre, e depois de algum metido enfiar os dedos nas minhas marchas, o mínimo que podia acontecer era eu ficar “de molho” na manutenção por alguns dias. E a Guiga, coitada, teve que apelar ao ônibus. Continuar lendo

Bicicletada pelo Gustavo

Na última terça-feira (7 de fevereiro), um menino de 6 anos morreu atropelado por um ônibus enquanto pedalava perto de casa, em Porto Alegre. Se chamava Gustavo. A notícia comoveu minha querida Guiga e mais centenas de ciclistas da cidade, que acabaram se reunindo em uma bicicletada pacífica na última sexta-feira.

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